Marlene

Os versos, as rimas, os sonhos nos dão tranquilidade e paz!

Textos

Pensando!... A situação é grave, sim!


Parece que estamos chegando, se já não chegamos, ao fundo do poço.
A sociedade , de forma geral, os costumes, as nossas crenças , são apunhaladas constantemente, em descompasso com as leis, que regulam os comportamentos individuais e coletivos numa sociedade, porque ninguém pode fazer, ou dizer o que bem lhe convém, em nome da liberdade de expressão.
É evidente que numa sociedade democrática todos têm o direita à liberdade de dizer o que pensa, mas não pode passar por cima da lei o que seria de saída um crime, uma afronta a lei. Não gosto de pagode, mas sem por isso saio exigindo que desliguem seus rádios. Não aceito a homossexualidade mas nem por isso saio agredindo que o seja. Não gosto de funk mas meus vizinhos ouvem e nem por isso vou brigar com ele.
Nem toda liberdade de expressão é correta, no meu modo de pensar, pois algumas ultrapassam o limite da lei e sem lei viveremos num caos. Por isso surgiram as leis que são a consolidação dos costumes, dos comportamentos das sociedades para que possamos viver em paz.
Li e vi, na Internet referências negativas à exposição feita no Rio Grande do Sul , pelo Santander, em nome da diversidade cultural e da arte. Mas o que se viu foi um ultraje à lei. Nossos costumes, nossa realidade, nossa moral, ainda é contra a zoofilia, à pedofilia, à prostituição infantil, à exposição de crianças a esse mundo que no meu entender é imoral. E sem contar com a afronta à religião, principalmente à Católica.
Tanto o Estatuto da Criança e do Adolescente foram agredidos como o Código Penal que são claros como a luz do sol ao dispor que o indivíduo que a religião ou símbolos religiosos estã sujeito á prisão e ou multa. O mesmo se diga do ECA que determina que a criança não pode ser exposta a situações de risco como os citados nos artigos 240 e 241.
Portanto o que o Santander fez em cumplicidade com os curadores da exposição Queermuseu foi um atentados, uma agressão às leis do Brasil, pois ofendem valores de uma sociedade cristã e seus filhos e devem, ou deveriam responder nos tribunais pela “valentia” de expor e nome da arte e da diversidade seu modo de pensar que individualmente nada contém de relevante ,as quando é exposto às crianças que , todos sabemos, aprendem por imitação, pela curiosidade, e nada incita mais que a curiosidade, mentes em formação, num claro apelo à deformação e mudança de padrões da cultura tradicional e conservadora , da família e da nossa cultura cristã.
Na mesma linha o prefeito de Jundiaí, pela sua secretaria de educação promoverá a semana LGBT infantil. De onde tiraram a ideia de que crianças são “gays”, quando moça isso tinha outro nome, e, já há protestos contra esse tipo de ação patrocinado com o dinheiro público que falta para a saúde, escola, segurança e não falta para essa atividade de desconstrução da família. Acho que inclusive a palavra diversidade mal empregada nesse caso.
Os pais devem, mais do que nunca , ficar atentos, pois sua família corre um risco enorme de sofrer mutilações, e mesmo o fim, trazidas pelos de fora, pelos que são moderninhos com os filhos dos outros, porque eu duvido que algum desses que defendem a “diversidade sexual”, a defendam para seus próprios filhos.
Para esses “moderninhos”, para essa turma da “diversidade”, da “tolerância” a lei vale tanto quanto uma nota de três reais.
Diversidade, tolerância, ditas de forma genérica é um perigo. Eu não sou tolerante com a pedofilia, odeio pedófilos. Não sou tolerante com a zoofilia. Odeio. Não aceito. Não admito que isso seja de algum modo útil a um ser humano. O mesmo acontecendo com a sodomia, e outras imundícies sexuais. Ser tolerante com a pedofilia é ser tolerante com o pedófilo. É concordar com o estuprador em ônibus, com o assassino. Não, não e não!
Essa gente não quer o bem de ninguém. Estão em busca de poder. Quanto mais poder de ditar comportamentos, mudanças na sociedade melhor será o controle, a escravidão.
Espero que acordemos em tempo para reagir! Não podemos permitir a erotização das crianças que sequer sabem o que é gayzismo. A exposição torna algo inofensivo, como se fosse parte da sociedade esse comportamento infame, predispondo as crianças à pedofilia, à zoofilia e outra depravações sexuais e morais. Precisamos defender a família, religião e nossa casa. Sem isso estamos na rua da amargura. Será definitivamente o caos em todos os sentidos.
MVA
Enviado por MVA em 12/09/2017
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